Landing page
Uma página só, feita para captar contato ou vender uma oferta.
- Complexidade
- Complexidade baixa
- Manutenção
- Manutenção opcional
- Prazo
- Prazo definido no diagnóstico
Comparação honesta
Preciso de uma landing page ou de um site institucional?
6 min de leituraPublicado em
A resposta curta: landing page se você tem uma oferta e uma campanha; site institucional se você precisa ser encontrado e explicado. Elas não competem — resolvem problemas diferentes, e a confusão entre as duas custa caro porque a correção não é ajuste, é refazer.
Quase todo mundo descreve a landing page como "um site de uma página só". Isso está certo e é inútil, porque a contagem de páginas é consequência, não causa.
A diferença real é o número de decisões que a página permite.
Uma landing page tem uma decisão: fazer ou não fazer aquela coisa. Pedir orçamento, se inscrever, comprar. Tudo nela existe para levar a esse ponto, e o que não leva sai — inclusive o menu, que na maioria das landing pages é removido de propósito. Menu é convite para ir a outro lugar, e o outro lugar não é a conversão.
Um site institucional tem muitas: entender o que a empresa faz, ver se ela atende o seu setor, conferir se é séria, achar o telefone, ler sobre um serviço específico. Ele é uma estrutura de navegação, e o sucesso dele é a pessoa achar o que veio buscar — que muda a cada visitante.
Quando alguém pede "uma landing page com uma abinha sobre a empresa, outra de serviços e o blog", já não é landing page. É site institucional pequeno, e vai se comportar como um.
Três perguntas resolvem a maioria das situações.
Como as pessoas vão chegar? Se elas chegam de anúncio, link de perfil, QR code ou e-mail — ou seja, você controla a origem e sabe o que a pessoa acabou de ver —, a landing page é o formato certo. Se elas chegam procurando no Google por termos variados, você precisa de várias páginas, porque cada página compete por um punhado de termos e não mais que isso.
Você tem uma oferta ou um portfólio? Uma oferta é uma coisa, com um público e um motivo. Portfólio é um conjunto, e um conjunto pede navegação.
A página precisa durar? Landing page costuma ter vida de campanha. Site institucional é infraestrutura: ele fica, cresce e é atualizado.
Os dois erros são simétricos, e o segundo é o mais caro.
Site institucional para campanha paga. Você manda tráfego pago para a home, o visitante vê seis caminhos, escolhe nenhum e sai. Não é falha de texto — é excesso de opção num momento em que a pessoa chegou com uma pergunta só.
Landing page para quem precisa ser encontrado. Aqui o problema aparece devagar, e é por isso que dói mais. A página funciona nos primeiros meses, porque o tráfego vem de anúncio. Quando o anúncio para, o tráfego para junto — não há conteúdo para ser encontrado organicamente, e não há estrutura onde colocar. A saída é fazer o site, e o que existia não vira base para ele.
Com frequência ela é, e vale dizer isso com todas as letras.
Se você está validando uma oferta nova, não tem certeza se o público responde e vai divulgar por anúncio e Instagram, uma landing page é a decisão certa — não a mais barata que dá para engolir, a certa. Gastar em site institucional antes de saber se a oferta se sustenta é comprar estrutura para um negócio que talvez mude de forma em dois meses.
O inverso também vale: se você já vende, já é procurado pelo nome e precisa explicar cinco serviços diferentes para públicos diferentes, uma landing page não é economia. É adiar o problema pagando duas vezes.
O que mais separa as duas na prática, além do número de páginas:
| | Landing page | Site institucional | | ---------------------- | ------------------------- | ----------------------------------------- | | Estrutura de navegação | Sem menu, ou menu âncora | Menu, hierarquia, rodapé completo | | SEO | Uma página, poucos termos | Arquitetura de conteúdo por tema | | Conteúdo | Um texto, uma oferta | Vários textos, mantidos ao longo do tempo | | Medição | Uma conversão | Vários caminhos e vários objetivos | | Evolução | Trocada a cada campanha | Cresce por acréscimo |
O que não muda: as duas precisam ser rápidas, acessíveis, responsivas e ter formulário que funciona. Isso não é diferencial de uma nem da outra — é o mínimo.
Nos dois casos, o gargalo raramente é técnico. É conteúdo.
Landing page precisa de: a oferta descrita com clareza, o público, e o que acontece depois que a pessoa preenche o formulário — quem responde, por onde, e o que ela recebe.
Site institucional precisa de tudo isso multiplicado pelo número de páginas, mais uma decisão de arquitetura: quais serviços viram página própria e quais viram seção. Essa decisão é sua, porque depende de como você vende.
Na SrZuim, landing page tem preço fixo: o escopo é padronizado, então o valor não depende de descoberta.
Site institucional tem preço-base + módulos, porque o número de páginas, a necessidade de blog e a integração com outras ferramentas mudam o trabalho de verdade. O modelo é explicado na própria página do produto, com o que está incluído na base e o que é módulo.
Nenhum dos dois tem preço por página, e essa é uma diferença de método: cobrar por página empurra o projeto para ter mais páginas do que precisa.
Se depois de ler você ainda está entre as duas, o motivo costuma ser que a oferta ainda não está clara — e aí nenhuma das duas resolve sozinha. É exatamente o tipo de coisa que o diagnóstico existe para separar: ele começa pelo resultado que você busca, não pelo formato.
Cada uma publica o que está incluído, o que não está e quando não serve.
Uma página só, feita para captar contato ou vender uma oferta.
Apresentar a empresa, explicar o que você faz e gerar confiança.
O diagnóstico começa pelo seu problema, não pela solução. Cinco etapas curtas, sem custo e sem compromisso.
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